Aqui discutimos a origem da gastronomia como profissão: a relevância do setor de hospitalidade, cursos e escolas de gastronomia e o histórico de perspectivas legais.

Cursos e Escolas de Gastronomia

O setor de hospitalidade começa a ser muito relevante nos anos 1970, com isso começam a surgir cursos, tanto privados quanto públicos.

O professor destaccou bastante a importância do sistema S (Senac, Senai, Sebrae, …) para as parcerias entre instituições públicas e a indústria. Com espaços de educação físicos, acesso a ferramentas e tecnologia, os cursos eram longos, com foco na formação profissional para atender o setor hospitaleiro, mas com objetivo secundário de ser um espaço para “tirar da rua” e “ficar de olho” em ex-presidiários.

Em 1994, após o primeiro curso pago no Brasil (Cozinheiro Chef Internacional do Senac em parceria com o Culinary Institute of America), os cursos privados e voltados para elite explodiram em volume.

Em 1999 começam a surgir cursos superiores em Gastronomia.

Gastrônomo pode ser visto como a junção de um função (cozinhar) e uma formação. Já gastrologia parece ter uma ótica mais biomédica,.

Perspectivas Legais

Se tem algo que me marcou dessa aula foi o professor dizendo algo como:

Todos os projetos de lei tentaram regulamentar, criar conselhos e não consultaram a classe

Regulamentar e criar conselhos não é papel de lei.

Todos os projetos que tramitaram até hoje não fizeram sentido nenhum, condicionando a profissão a exigir formação ou experiência, sem levar em conta as características socioeconomicas da classe.